A senadora Tereza Cristina (PP-MS) ainda mantém a esperança sobre ser vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência nas eleições deste ano, apesar de o Progressistas ter vetado a composição.
Em evento na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) nesta segunda-feira (3), a senadora disse que, como integrante da legenda, segue a orientação definida pelo PP. Entretanto, afirmou que “até a hora final, tem espaço”.
“O partido me disse que ia continuar na neutralidade. Eu, como uma pessoa de partido, só me cabe dizer que essa é a posição majoritária do PP”, ressaltou. O prazo se encerra nesta quarta-feira (5).
Em evento na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) nesta segunda-feira (3), a senadora disse que, como integrante da legenda, segue a orientação definida pelo PP. Entretanto, afirmou que “até a hora final, tem espaço”.
“O partido me disse que ia continuar na neutralidade. Eu, como uma pessoa de partido, só me cabe dizer que essa é a posição majoritária do PP”, ressaltou. O prazo se encerra nesta quarta-feira (5).
Apesar disso, a parlamentar sul-mato-grossense reconhece que a possibilidade diminuiu bastante. Tereza afirmou que desconhece o andamento das negociações entre os partidos, mas disse ter acompanhado manifestações de executivas estaduais favoráveis a uma aliança com o Partido Liberal para as eleições.
Segundo ela, uma eventual mudança dependeria de articulações conduzidas pelo presidente nacional do PP, o senador Ciro Nogueira (PP-PI), além da viabilidade jurídica dentro do calendário eleitoral.
“Isso cabe ao presidente Ciro Nogueira sentar e resolver e ver se ainda há tempo, inclusive tempo legal, porque nós temos uma legislação eleitoral e precisamos saber se ainda há tempo de atender, se houver alguma mudança de rota nesse assunto”, declarou.
*Com informações da CNN.
Com midia max.