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Pré-candidato à prefeitura em MS denuncia uso de dados de pai morto para auxílio emergencial

Após a publicação da reportagem divulgando os beneficiários que receberam o auxílio emergencial de R$ 600 em Nioaque, distante 187 quilômetros, o pré-candidato à Prefeitura do município se assustou ao ver o nome do pai listagem, que morreu há 1 ano.

 – Midia Max

Segundo Wendell Medeiros e o atestado de óbito enviado por ele à reportagem, o pai Eleonor Ramos Garcia de Medeiros, completou um ano de falecimento no último dia 8 de junho, por isso não poderia jamais ter solicitado o benefício.

“Ele faleceu dia 8 de junho de 2019, não poderia estar na lista de beneficiários, pois jamais requereu o benefício, por razões óbvias”, disse ao Jornal Midiamax.

Wendell afirmou ser pré-candidato à Prefeitura de Nioaque pelo PDT e desconfia que isso possa ter sido obra de politicagem, mas já tomou as providências cabíveis.

“Vou aprofundar a busca das informações sobre como o nome do meu pai foi parar nessa lista, se por erro da própria previdência ou se foi solicitado por alguém”, explica.

Além de político, Wendell é advogado e já procurou tanto a Delegacia de Polícia Civil, onde registrou um boletim de ocorrências, quanto a CGU (Controladoria-Geral da União) através do site Fala.BR.

Midiamax incentiva o Controle Social

O Jornal Midiamax incentiva em Mato Grosso do Sul o ‘controle social’, que é a participação ativa da população no combate à corrupção com denúncias sobre suspeitas e fraudes no pagamento do Auxílio Emergencial.

Assim, no Portal da Transparência, você pode comunicar oficialmente ao Ministério da Cidadania com a ferramenta Fala.BR. Ou pode ainda indicar se alguém recebe um benefício indevidamente pelo link “Fique de Olho!”.

Seu nome está na lista, mas não solicitou o auxílio? Veja o que fazer para resolver.