A criatividade e o talento de uma belavistense estão chamando a atenção de visitantes de todo o Mato Grosso do Sul no Bioparque Pantanal. Uma píton gigante de 23 metros, instalada no teto do maior aquário de água doce do mundo, se tornou a nova atração do espaço e já é um dos cenários mais fotografados pelos visitantes.
A obra foi idealizada e criada pela bióloga belavistense Marly Pucheta, que atua como professora do Núcleo de Educação Ambiental (NEA) do Bioparque. A instalação passou a integrar oficialmente o circuito de visitação desde terça-feira (19) e impressiona pelo tamanho e pelos detalhes que remetem a uma píton albina.
Produzida com materiais reutilizados, como papelão e cartões, a estrutura levou cerca de 45 dias para ser concluída. Em diferentes pontos do passeio, a cobra parece “atravessar” o teto do ambiente, criando uma experiência visual que mistura arte, conscientização ambiental e interação com o público.
A obra faz referência à Capitu, píton albina que vive no Bioparque Pantanal e participa das atividades de educação ambiental promovidas no local. Tanto a serpente real quanto a instalação artística podem ser observadas pelos visitantes durante o circuito dos aquários.
Além do impacto visual, o projeto também reforça a importância da sustentabilidade. Segundo o Bioparque, a proposta da obra é conscientizar o público sobre os “5 Rs”: Repensar, Recusar, Reduzir, Reutilizar e Reciclar, mostrando que materiais que seriam descartados podem ganhar novos significados por meio da criatividade e da educação ambiental.