Em ano de votações polêmicas, senadores de MS tiveram média de 96,9{31baeec2d7e670693bd21e4bc22c63494147b7e886d9b88716f95cd1d0ee147e} de presença nas sessões

336

Os três senadores por Mato Grosso do Sul registraram número alto de presenças, nas sessões deliberativas ordinárias realizadas no Senado em 2017. Pedro Chaves (PSC), Simone Tebet e Waldemir Moka (PMDB), registraram média de presença de 96,99 {31baeec2d7e670693bd21e4bc22c63494147b7e886d9b88716f95cd1d0ee147e}, conforme levantamento do Congresso em Foco.

Thiago de Souza – Top Midia News 

A pesquisa do Congresso em Foco trouxe os seguintes dados, a respeito dos senadores sul-mato-grossenses.

Conforme a tabela, os parlamentares veteranos, como Simone Tebet e Moka não tiveram nenhuma falta injustificada. Pedro Chaves registrou uma falta sem justificativa.

Ações

A ano foi ‘quente’ no Senado. Embora não tivessem tido a atribuição de julgar as denúncias contra o presidente Temer, o jogo político foi importante para articular a defesa ou ‘condenação’ do peemedebista.

Houve ainda o caso do senador Aécio Neves (PSDB/MG), apontado pela Polícia Federal como destino de propina de R$ 2 milhões, pagos pelos donos da JBS. O senso de auto-preservação prevaleceu, e os senadores não autorizaram que o parlamentar mineiro ficasse afastado do mandato, e continuasse com as medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal.

Aliás, foi com a ajuda dos três senadores por MS que Aécio Neves continuou ‘livre, leve e solto’. Na ocasião, os parlamentares sul-mato-grossenses justificaram os votos, defendendo mais a soberania da Casa de Leis do que a atitude suspeita do senador mineiro.

Polêmica reforma

O trio sul-mato-grossense foi todo a favor da reforma trabalhista, votada em 11 de julho. Na visão deles, o novo código de leis moderniza as relações entre trabalhador e empregado, gerando mais postos de trabalho.

Mobilidade urbana

No dia 31 de outubro, O Senado e suas imediações foram tomadas por milhares de motoristas de aplicativos de mobilidade urbana e apoiadores, bem como taxistas, para a votação do PLC 28/2017, que regulamenta esse tipo de serviço no país.

O texto base previa diversas exigências aos aplicativos, como placas vermelhas e necessidade do carro estar no nome do condutor. Na visão dos motoristas, essas medidas praticamente acabariam com o transporte privado de passageiros e manteria o monopólio dos táxis.

Neste caso, na visão dos motoristas de Uber e demais aplicativos, os senadores Waldemir Moka e Pedro Chaves votaram a favor das empresas. Já Simone Tebet votou a favor dos taxistas.

Facebook Comentarios